Boi ralado para salvar a pele



É difícil morar sozinho e não apelar para a tentação dos congelados e seus abençoados conservantes. Afinal, o grande problema culinário de quem é avulso (além de aprender a se virar, para alguns) é a quantidade indecente de comida que se joga fora.

Mas existem alguns macetes para quem quer fugir um pouco de toda a maçaroca industrializada e aderir a uma alimentação minimamente caseira.

E um ingrediente chave para isso é a maravilhosa carne moída! Eu faço uma massa de carne moída que pode ser bases para fazer hambúrgueres caseiros, almôndegas, kibes, e recheios diversos (de tortas, pastéis, pimentões).


A foto está uma merda porque foi tirada com meu dumbphone.
A magia é a seguinte:

• Carne moída (eu, particularmente, prefiro as de segunda, a gordura deixa a carne mais macia, além de o preço ser infinitamente mais convidativo

• Um ovo para cada meio quilo de carne

• Um pacote de creme de cebola para cada meio quilo de carne (já vi quem usa um pacote por quilo, mas eu gosto de tudo bem temperado)

• Miolo de pão umedecido (um pão para cada meio quilo, mas isso é opcional para quem precisa de um rendimento maior, eu não uso).

Amasse tudo junto até virar uma pasta quase homogênea. Voilá! Você pode congelar por até dois meses (tempo máximo que passou na minha geladeira, depois disso não sei). Eu costumo dividir a massa em almôndegas, hambúrgueres e uma parte sem formato, que uso para pimentões.

A vantagem de usar essa receita para rechear pimentões, por exemplo, é que a carne adere e na hora de comer ou servir não se tem mais carne moída no prato do que no garfo.

Outro macetinho usado por mim é colocar umas colheres de gérmen de trigo na massa, sabem, para dar aquela dose de fibras marota ao prato.

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